Iniciação científica

A iniciação científica consiste numa atividade extra-curricular oferecida a estudantes que querem desenvolver suas potencialidades na área das ciências exatas. Esta atividade poderia ser estruturada em colaboração com professores de física, química, biologia e matemática da escola, de forma a planejar um roteiro de encontros e tarefas que simulem a prática de cientistas, nas quais os estudantes participassem ativamente. Este planejamento incluiria os seguintes itens:

 escolha dos temas de ciências a serem desenvolvidos nas atividades;

• aulas teóricas, envolvendo discussões de aspectos epistemológicos, tais como: método científico, revoluções científicas, as diferentes dimensões da ciência: teorias, modelos e experimentos, grandes teorias do século XX, o “fazer ciência”, fenomenotécnica, entre outros;

Projetos de Ensino

elaboração e design dos roteiros dos experimentos a serem executados com os estudantes;

• produção, organização e edição de uma revista eletrônica para a escola com temas atuais de ciências.

Atividades de Extensão

Considerando a importância da dimensão prática, da vivência dos estudantes e do contato direto com o conhecimento científico, esta atividade consiste em organizar visitas externas à escola a centros de pesquisa e laboratórios reconhecidos no Brasil e no exterior. Nestes locais os estudantes poderiam entrar em contato com ambientes reais de pesquisa, verificar experimentos e demonstrações, conversar com profissionais da área, de forma a esclarecer aspectos sobre as profissões e incentivar a procura por carreiras científicas e tecnológicas. Nossa formação e contatos com diferentes universidades permitem que estas visitas sejam organizadas, como por exemplo, ao acelerador Sirius, em Campinas, ao Pelletron, na USP, ao laboratório de Cristalografia do IFUSP, ao CERN (Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire), na Suíça, ao Instituto Niels Bohr, em Copenhagen, ao LIP (Laboratório de Instrumentação de Partículas), em Lisboa, etc.